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Um gesto de solidariedade de uma menina de 11 anos que passou por uma cirurgia para retirada de um tumor do cérebro comoveu parentes e funcionários do Hospital Padre Albino, de Catanduva (SP). Grazielly Ferreira decidiu cortar e doar o cabelo para ajudar crianças que fazem tratamento contra o câncer.

A mudança do visual foi feita um dia antes do procedimento cirúrgico, realizado no dia 11 de novembro. O caso foi divulgado pelo hospital e família da garota nesta terça-feira (5). Segundo a família, a cirurgia ocorreu conforme o esperado e a menina se recupera gradativamente, e está retomando atividades, como falar, sorrir e andar. A família avalia como uma boa recuperação.

Ao G1, o pai de Grazielly contou que antes de fazer a cirurgia para a retirada do tumor, a menina comentou sobre a vontade de doar o cabelo para que crianças que tratam a doença possam recuperar a autoestima.

Diante da atitude da menina, profissionais da equipe de enfermagem e a mãe de Grazielly também ofereceram mechas para doação, além do pai, que raspou a cabeça.

“Ela falou que doaria o cabelo para o Hospital do Câncer de Catanduva. Eu fiquei abismado com a atitude e falei que rasparia a minha cabeça para ela não ficar sozinha. Ela ficou muito feliz", contou Roberto Carlos Ferreira ao G1.

Grazielly ficou internada por mais de 15 dias após a cirurgia para a retirada do tumor no Hospital Padre Albino. Em seguida, ela foi autorizada a se recuperar em casa, ao lado da família.

“Ela só dava risada e não teve medo. Ela teve medo só de não aceitar a cirurgia, mas minha mãe conversou, ela aceitou e falou que iria operar e ficar bem. Ela deu força para todos que estavam do lado dela, principalmente para mim", disse o pai. Para a avó Marli Jaques dos Santos, a atitude de Grazielly foi nobre para a pouca idade.
"Achei muito lindo o gesto dela. Ela quis doar o cabelinho para o Hospital do Câncer. Em todos os vídeos ela aparece sorrindo e ela mesma disse que doaria. Achei maravilhoso uma criança de 11 anos fazer isso, foi muito bonito."



Diagnóstico

Para Marli, o diagnóstico do tumor cerebral da menina foi repentino e abalou a família.

“Foi muito triste ter acontecido isso, a família ficou em pânico porque foi de repente. Hoje ela está bem, ficou 18 dias na UTI. Hoje ela está aqui, está começando a falar dois meses depois da cirurgia, está começando a quimioterapia e radioterapia na semana que vem", conta a avó.

"A psicóloga conversou comigo no hospital e falou que ela é uma caixinha de surpresa. Passados dois dias que ela chegou do hospital, ela não andava e não falava. Ela ficou 15 dias só chorando e a gente não sabia o que fazer. [...] Passada uma semana, ela parou de chorar e começou a rir. Depois de mais uma semana, ela já começou a falar ‘vovó’ e ‘papai’. E dia a dia ela foi evoluindo."

Fonte: G1

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