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Amigos e familiares lamentaram nas redes sociais a morte da professora aposentada Adriana Mistilides Silva, de 56 anos, assassinada a tiros pelo ex-companheiro na segunda-feira (9), em Jales (SP). Segundo a Polícia Civil, o oficial de justiça cometeu suicídio após o crime.

“Hoje o dia continua nublado, sem cor! Adriana Mistilides Silva minha querida prima irmã, não tem como acreditar! Agora, oro para seu descanso e que nossa família espiritual te acolha com todo amor! Vá em paz, até qualquer dia!”, escreveu uma familiar.

“Meus sentimentos a toda família da Adriana Mistilides. Convivi por vários anos no Euplhy, ela sendo coordenadora, sempre andava muito arrumada, maquiada e muito elegante. Chamava atenção por onde passava sempre pelo seu jeito, simpatia e beleza. Uma tragédia!”, disse um amigo.

“Sempre vou me lembrar dos nossos momentos de alegria juntas!”, escreveu uma amiga.



De acordo com a Polícia Civil, testemunhas relataram que a vítima recebeu em casa o ex-companheiro Alexandre Diamantino, de 48 anos. Ele entrou no imóvel e, em seguida, foram ouvidos os disparos de arma de fogo.

O corpo de Adriana foi encontrado caído perto da porta da residência por funcionários de uma empresa de materiais de construção. Os homens, então, acionaram as polícias Militar e Civil.

“Nós estivemos no local. A cena do crime anunciava um feminicídio seguido de suicídio. Parece que ele estava tentando reatar o namoro e ela não estava aceitando. Uma testemunha disse que a vítima recebeu o autor na casa normalmente. Ele entrou e, logo depois, a testemunha escutou os estampidos”, explicou o delegado Sebastião Biasi.

Segundo o delegado, Adriana foi atingida por pelo menos cinco tiros.



Segundo a Polícia Civil, o casal mantinha um relacionamento, mas se separou havia cerca de um mês. O homem, que era oficial de Justiça, não aceitava o término do relacionamento e estaria fazendo ameaças à mulher. Ela havia procurado a delegacia para registar um boletim de ocorrência por ameaça.

“Ela tinha sido ameaçada com um bilhete, mas a autoria ainda é desconhecida. Depois do rompimento, ela colocou câmeras na casa; antes não tinha. Nós acreditamos, mas a investigação vai concluir, que não houve discussão”, disse o delegado.

Segundo a Polícia Civil, o casal mantinha um relacionamento, mas se separou havia cerca de um mês. O homem, que era oficial de Justiça, não aceitava o término do relacionamento e estaria fazendo ameaças à mulher. Ela havia procurado a delegacia para registar um boletim de ocorrência por ameaça.

“Ela tinha sido ameaçada com um bilhete, mas a autoria ainda é desconhecida. Depois do rompimento, ela colocou câmeras na casa; antes não tinha. Nós acreditamos, mas a investigação vai concluir, que não houve discussão”, disse o delegado.

Por: G1

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