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 Foto: TV TEM

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou nesta segunda-feira (23), durante visita ao complexo Funfarme de São José do Rio Preto (SP), que a aplicação da terceira dose da vacina contra a Covid depende de evidências científicas que comprovem sua necessidade.

Na sexta-feira (20), em Guarulhos, o ministro chegou a afirmar que a aplicação deveria acontecer só após o avanço da imunização com a segunda dose no Brasil. Queiroga também já havia afirmado na quarta-feira (18) que a terceira dose será aplicada, inicialmente, em idosos e profissionais da saúde, mas não informou a data de início.

“É algo que os outros países já têm praticado. A OMS, hoje, editou uma posição no sentido de que não se avançasse na terceira dose enquanto a segunda dose não fosse aplicada na maior parte da população global. Eu já contratei um estudo, que está sendo realizado com a Universidade de Oxford, para que essa terceira dose seja orientada com rigor cientifico. Ou seja, baseada em evidências", diz.

"A opinião do especialista é importante, mas quando essa opinião é reforçada com a evidência científica de qualidade, é a certeza de que iremos no caminho certo", ressaltou.

A previsão do governo federal é de que a população adulta termine de ser vacina com a primeira dose em setembro. Em outubro, 75% deve estar vacinada com a segunda dose, segundo o ministro.

Na quarta-feira (18), diretores da Anvisa recomendaram que o Plano Nacional de Imunização (PNI) adote a dose de reforço, "em caráter experimental", para idosos acima de 80 anos e pessoas com a imunidade comprometida que tomaram a vacina CoronaVac. A orientação, no entanto, não tem caráter obrigatório e aplicação imediata.

Sobre a variante delta, o ministro apenas afirmou que é necessário enfrentar. “A variante delta se tornou comunitária nos Estados Unidos e Reino Unido. Aqui no Brasil já temos alguns estados. Temos que enfrentar como enfrentamos as outras", disse.

Ainda durante a visita, Marcelo Queiroga ainda assinou um convênio no valor de R$ 10,6 milhões para compra de equipamentos de radioterapia para o Hospital de Base de Rio Preto. Um desses equipamentos é um acelerador para a radioterapia.

Por: G1

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