Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

Pelo menos quatro pessoas procuraram a Central de Flagrantes da Polícia Civil no último sábado, 22, denunciando casos de golpe, que foram registrados como estelionato. Ao todo, as vítimas perderam quase R$ 13 mil reais em golpes como o do falso Whatsapp, falso intermédio de compra e venda de produtos e falsos anúncios nas redes sociais.

Em dois destes casos, os golpistas se passaram pelos filhos das vítimas, simulando um novo número, com foto da pessoa, e pedindo empréstimos. Uma idosa de 68 anos, moradora do Parque Estoril, realizou duas transferências por PIX, uma no valor de R$ 3556 e outra de R$ 1345,21, ambas que segundo o golpista, se passando pelo filho, seriam emprestados para "pagar uns fornecedores", pois o limite bancário havia se excedido.Uma enfermeira de 63 anos, moradora do Centro de Rio Preto, perdeu R$ 3540 após transferir, na sexta, 21, a quantia para uma conta bancária pensando que seria para o filho pagar uma dívida neste valor. No sábado, o golpista enviou uma nova mensagem se passando novamente pelo filho e pedindo, dessa vez, mais R$ 4570, o que fez com que ela desconfiasse, vindo a descobrir o golpe.

O terceiro caso envolveu uma empregada doméstica de 38 anos, moradora de Potirendaba, na região. Após ver o anúncio de uma moto Biz branca à venda por R$ 7500 no Market Place, ela fez contato com o anunciante, que lhe orientou a ver a moto na casa de uma mulher, uma autônoma de 54 anos, moradora do bairro Laureano Tebar, região Norte de Rio Preto.

Segundo o relato da vítima no boletim de ocorrência, o intermediário expicou que a moto seria paga como dívida pela mulher a ele e pediu que ela não comentasse com a autônoma o valor que ela pagaria.

À autônoma, o golpista, passando-se por intermediário interessado na compra da moto, também pediu que ela não comentasse o valor da moto, pois ele estaria vendendo a ela por um valor bem acima. No entanto, ao ir ver a moto, na sexta-feira, 21, a empregada doméstica acabou revelando o valor que pagaria e as duas, então, concluíram que se tratava de um golpe, uma vez que a autônoma tinha vendido a moto ao intermediário por R$ 13 mil, valor este que o golpista pagou por meio de um suposto comprovante programado.

A empregada doméstica, no entanto, já havia depositado um valor de R$ 3500 para o golpista como "sinal" para o negócio. Durante sua visita à casa da autônoma, no entanto, ambas foram bloqueadas pelo homem e, então, procuraram a polícia.

No quarto caso, um bancário de 30 anos, morador de Guapiaçu, perdeu R$ 1 mil após transferir o dinheiro como entrada para uma conta bancária na tentativa de adquirir um aparelho celular iPhone 11 por R$ 2750. O homem relatou à polícia no BO que o item estava à venda no perfil do Instagram de uma conhecida, assim como outros eletrodomésticos. Ele não sabia, no entanto, que a conta havia sido invadida e que golpes estavam sendo aplicados em nome da mulher.

Ao descobrir que se tratava de um golpe, o bancário contou que tentou desfazer as transferências por meio do aplicativo do banco, pedido este que está sendo analisado pelo banco. Ele também informou que fez contato com o banco do golpista, informando que a conta que ele depositou está sendo usada para aplicar golpes.

Fonte: Diário da Região

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